Entregando esperança
Certo dia, um pacote chegou no escritório da LG na Coréia, depois de uma longa viagem desde a Etiópia, trazendo uma mensagem de esperança. Em fotos e vídeos, um grupo de crianças etíopes cantava “Obrigado, LG”. Era um agradecimento emocionante pela sua experiência no programa Escola da Esperança LG (LG Hope School), que visa melhorar as condições de estudo em alguns dos lugares mais pobres do mundo.
A Etiópia sofre há tempos com a seca e a falta de comida, e mais de 40% de sua população vive abaixo da linha da pobreza. Em meio a essa pobreza opressora, a educação básica é um luxo para muitos. As crianças que tem a sorte de freqüentar uma escola dividem suas carteiras com outros dois colegas, todos de pé, pela falta de cadeiras. Às vezes, faltam carteiras também, e as crianças assistem às aulas sentadas no chão.
Para ajudar, a equipe da LG se juntou para levantar fundos. Foram montados estandes de venda de café e bebidas e, durante um dia, os fumantes da LG deixaram de fumar e doaram o dinheiro do maço de cigarros para a causa.
A LG também organizou exposições fotográficas para chamar a atenção para os enormes problemas que a África enfrenta e também vendeu pulseiras de responsabilidade social.

Funcionários da LG vendem chá no refereitório na hora do almoço para levantar fundos para estudantes etíopes.
Um dos destaques da campanha foi a venda de um chá preparado com mel de uma das vilas etíopes que a LG ajuda. O mel simbolizou como, com esforço e um pouco de ajuda de gente de fora, os etíopes podem melhorar suas vidas.
Com os mais de US$ 20 mil arrecadados, a Escola da Esperança LG no distrito de Konso ganhou 400 novas cadeiras e carteiras, beneficiando 2.400 alunos, que poderão ter aulas sentados.
E foi por essa pequena ajuda que os estudantes se juntaram para fotografar e gravar suas mensagens de agradecimento.
Desde Abril de 2009, o Programa Mundial de Alimentação da ONU e a LG tem trabalhado juntos em mais de 10 Escolas da Esperança LG e Vilas da Esperança LG em países africanos incluindo Quênia e Etiópia. A iniciativa ajudou a entender as necessidades imediatas de mais alimentos e melhorou as instalações educacionais, mas também implementou programas para auxiliar os moradores a administrarem de maneira mais efetiva seus recursos naturais e a aumentar sua auto-suficiência de alimentos. Aproximadamente 73 mil pessoas foram beneficiadas com esses programas até agora.
Esses esforços conjuntos estão agora se expandindo para países asiáticos como Bangladesh, onde mais de 40% da população sofre de desnutrição e desastres naturais causados pela pobre infra-estrutura social e pelas mudanças climáticas.
Em uma triste história, Yousuf Begum, um bengali de 12 anos, foi recentemente obrigado a fugir para uma área seca e montanhosa, apenas um mês após sua residência anterior ter sido inundada. Ele e seus vizinhos enfrentam uma interminável busca por abrigo e comida em um país onde enchentes catastróficas são um fato da vida. E episódios como esse acontecem em crescente regularidade pelo país.

Muitos Bengalis foram surpreendidos por graves enchentes, forçando-os a abandonarem suas casas e vagarem em busca de áreas secas e abrigo.
As mudanças climáticas são um dos principais perigos que enfrentamos atualmente. Em termos puramente econômicos, é estimado que elas tenham custado mais de U$ 50 bilhões em danos ao redor do mundo apenas em 2009. Seja na África ou em regiões mais pobres da Ásia, se quisermos acabar com a fome, melhorar as oportunidades e ajudar as nações em desenvolvimento a se ajustarem às mudanças climáticas, todos temos que contribuir um pouco.
No video em que os meninos e meninas etíopes enviaram a LG, uma garota diz, “Sentando nessa cadeira nova e estudando nessa carteira nova, eu me tornarei uma boa pessoa para poder devolver essa sincera ajuda que eu recebi a pessoas necessitadas do mundo.” E assim como essa garotinha, a LG deseja um mundo onde toda criança possa estudar em uma sala de aula adequada, e onde Yousuf tenha sua própria casa, também.









