Apesar da atitude ambígua das pessoas comuns, a prostituição já é parcial ou totalmente legal em mais de 70 países do mundo. E essa decisão foi proveitosa tanto para o desenvolvimento do setor turístico quanto para toda a economia desses países — os serviços íntimos legais na Alemanha, por exemplo, rendem ao orçamento cerca de 15 bilhões de euros por ano, o que é bem mais do que o lucro de algumas montadoras de automóveis de ponta. Não é de espantar, portanto, que cada vez mais países escolham o caminho da legalização e cada vez mais turistas sexuais se decidam por umas férias em novas regiões.
Lista de opções interessantes
Mesmo onde a prostituição é ilegal, dá para achar impunemente uma diversão acessível para a noite, mas para que correr riscos se é possível escolher uma das opções legais:
1. Colômbia. Aqui o governo se sai muito bem na gestão competente de uma indústria problemática, por isso não surgirão problemas na busca e na contratação de uma acompanhante confiável. Os bordéis e os salões íntimos, por exemplo, só podem ser instalados em zonas de entretenimento específicas, e para o trabalho são admitidas apenas moças maiores de idade com atestado de saúde.
2. México. Aqui a gestão do mercado do sexo comercial é totalmente deixada a cargo dos estados, por isso, em diferentes regiões, estão disponíveis diferentes serviços sexuais. Mas em todo o território funcionam sites e aplicativos especializados para a contratação on-line segura, como o Pander, com escorts em Tijuana.

3. Dinamarca. Esse país é incrivelmente acolhedor e tolerante com os profissionais do sexo e seus clientes, e a legislação leva em conta não só as obrigações, mas também os seus direitos. Por exemplo, se o cliente, por motivos de saúde, não consegue chegar até a acompanhante, podem organizar para ele o transporte e um acompanhamento profissional.
4. Ucrânia. É justamente aquela opção em que a indústria íntima ainda não foi totalmente legalizada, mas os turistas sexuais já vêm para cá aos milhões, pois não haverá punição alguma pela compra de diversões. E a conhecida plataforma on-line BORDELERO permite escolher e contratar uma acompanhante à distância antes mesmo de chegar ao país, reservando-a para uma data específica.
5. Finlândia. A organização dos serviços sexuais finlandeses atrai os turistas pela sua originalidade — aqui não se pode comprar nem oferecer sexo por dinheiro em público. Em compensação, centenas de estabelecimentos privados e boates proporcionam aos visitantes as diversões mais inesperadas.
6. Argentina. É mais uma confirmação da abordagem competente dos países latinos — na Argentina a prostituição está ao alcance de todos os interessados e custa barato. E nas páginas dos catálogos on-line, como o AR.PANDER.PRO, dá para escolher uma parceira a domicílio sem nem sair do quarto de hotel.
7. Grécia. Nenhuma lista de países para o turismo sexual dispensa a Grécia, que legalizou totalmente todos os tipos de acompanhamento. No entanto, são admitidas para o trabalho apenas acompanhantes maiores de idade, saudáveis e oficialmente registradas.
8. Itália. A atitude do governo italiano para com a indústria íntima muda a cada ano, mas, no geral, a prostituição aqui é permitida. A única condição é que o contato com o cliente seja voluntário, por isso o turista pode ser multado por comportamento insistente demais ou por abordagem agressiva.
9. Holanda. É um dos países mais conhecidos e mais flexíveis de prostituição legal — aqui dá para ser acompanhante autônoma ou trabalhar num bordel, e até fundar e ser dono de um bordel. Mas há regras para o registro, o pagamento de impostos e a contratação das acompanhantes. Além disso, só se pode vender sexo em zonas especialmente designadas.
10. Alemanha. Aqui a busca pela qualidade alemã se estende até à prostituição, por isso as garotas de programa trabalham estritamente conforme a legislação local — com todos os direitos, obrigações e liberdades. Em compensação, os bordéis locais são reconhecidos como alguns dos mais seguros do mundo.
